João Roma continua insistindo na narrativa de que pode ser governador da Bahia, uma ideia que não passa de ilusão vendida por ele e seus aliados. A realidade, no entanto, é que Roma não tem força política nem para se eleger vereador de Salvador. Em 2022, mesmo contando com o apoio do então presidente Jair Bolsonaro, sua candidatura ao governo foi um fracasso retumbante: obteve pouco mais de 700 mil votos, um desempenho pífio. Enquanto isso, Dra. Raissa Soares, que foi candidata ao Senado pela mesma chapa, obteve quase o dobro de votos, ultrapassando a marca de 1 milhão.
Apesar desse histórico de derrotas, Roma e sua panelinha continuam propagando a ideia de que ele pode novamente ser candidato ao governo. De fato, como presidente do PL na Bahia, ele pode até lançar sua candidatura, mas a falta de capilaridade política e de apoio popular tornam esse projeto inviável. Para piorar, ele mantém relações com a esquerda, algo de conhecimento público, já que tanto ele quanto sua esposa, Roberta Roma, possuem vínculos e articulações com o governo petista. Além disso, ele mantém no PL dois deputados estaduais que fazem parte da base de Jerônimo Rodrigues: Vitinho Azevedo e Raimundinho da JR, ambos alinhados ao governo do PT na Bahia.
João Roma também carrega o estigma de ter vindo da base de ACM Neto, mas sem nunca ter demonstrado força política própria. Seu desempenho eleitoral fraco, somado às suas movimentações políticas dúbias, evidencia que sua trajetória está mais para a de um político sem futuro do que para a de um candidato viável ao governo da Bahia.
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