O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstrou estar perdendo a paciência com o acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas após a divulgação de imagens dos três reféns israelenses libertados no último sábado (8). Trump chamou a condição dos reféns de "horrível", comparando-os a sobreviventes do Holocausto, e indicou que não sabe por quanto mais tempo os EUA poderão tolerar a situação.
Em declarações feitas a bordo do Air Force One, Trump enfatizou a gravidade das condições em que os reféns foram libertados, dizendo que estavam "emaciados" e em estado deplorável. Ele sugeriu que os EUA poderiam tomar medidas mais agressivas para resolver a crise, deixando claro seu apoio à remoção de palestinos de Gaza, um plano que ele já havia mencionado anteriormente.
Por sua vez, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu também se pronunciou, chamando o Hamas de "monstros" e reafirmando seu compromisso em garantir a segurança dos reféns, que foram vítimas de abusos durante o cativeiro. O governo israelense continua pressionando para garantir a devolução de todos os prisioneiros e intensificar as ações contra o grupo militante.
Trump segue defendendo a tomada de Gaza pelos Estados Unidos, afirmando que permitir que palestinos retornem à região seria um "grande erro" e uma ameaça ao controle do Hamas sobre o território.
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