O valor do bitcoin alcançou um marco histórico na quarta-feira (4), superando os US$ 100 mil por unidade por volta das 23h30. Em seguida, nas primeiras horas de quinta-feira (5), o preço disparou para US$ 103.216, representando um aumento de 7,7%. O valor total de mercado dos bitcoins em circulação atingiu US$ 2,04 trilhões.
A segunda maior criptomoeda, o ether, também teve um desempenho impressionante, subindo 5% e alcançando US$ 3.859. No mercado brasileiro, o bitcoin avançou 6,3%, cotado a R$ 617.274, enquanto o ether subiu 3,4%, alcançando R$ 23.046.
Este crescimento acelerado do bitcoin já era esperado após a vitória de Donald Trump nas eleições dos Estados Unidos, visto que o ex-presidente é um grande defensor do mercado de criptomoedas. Em 5 de novembro, no dia das eleições, o preço do bitcoin estava em torno de US$ 69 mil.
O impulso mais recente no valor do bitcoin ocorreu após a confirmação de Paul Atkins como novo presidente da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC), substituindo Gary Gensler, que renunciou ao cargo. Atkins, conhecido por ser favorável à regulamentação mais flexível para os criptoativos, foi um crítico das abordagens anteriores da SEC, defendendo uma regulamentação que permita o crescimento do mercado de criptomoedas sem criminalizar as suas atividades legítimas.
Em 2023, Atkins já havia destacado a falta de flexibilidade dos reguladores para com as empresas do setor de criptomoedas, sendo agora apontado por Trump como um líder com visão pragmática para o futuro dos ativos digitais.
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